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Mutantes deixam marcas na Calçada do Rock Brasileiro (14/Jul/08)

As marcas das mãos e assinaturas dos integrantes dos Mutantes estão imortalizadas na Calçada da Fama do Rock Brasileiro. Sérgio Dias, Dinho Leme e os integrantes da nova formação deixaram suas marcas no final de junho em um evento realizado em Altinópolis, interior de São Paulo. Esta foi mais uma homenagem ao grupo que foi um dos pioneiros do Rock nacional.

A próxima banda a eternizar suas marcas é o Shaman. O grupo de Heavy Metal se apresenta nesta sexta-feira, 11 em Belo Horizonte e durante a apresentação será realizada a cerimônia em que os músicos deixaram suas marcas no cimento. O show do Shaman em Belo Horizonte será realizado no Centro Cultural Lapa Multishow.

Vários artistas já deixaram suas marcas na Calçada da Fama do Rock Brasileiro, entre eles Kiko Zambianchi, Lobão, Guilherme Arantes e Ultraje a Rigor. Apesar de baseado na ‘Rock Walk’ norte-americana, a versão brasileira não está fixada em um local. As placas viajam pelo país em uma exposição itinerante e permanente. Em breve a organização da Calçada da Fama do Rock Brasileiro deve anunciar um evento em São Paulo para a inauguração oficial.


Fonte :http://territorio.terra.com.br



DVD do Dream Theater chega às lojas em setembro (14/Jul/08)

Está agendado para 23 de setembro o lançamento do novo DVD do Dream Theater. “Chaos in Motion 2007/2008” traz o registro da turnê que o grupo iniciou em 03 de junho de 2007 na Itália e terminou em 04 de junho deste ano em Porto Rico. Esta foi a mesma turnê que trouxe o grupo novamente ao Brasil em março deste ano.

O DVD será lançado em duas versões: em DVD duplo e versão limitada com dois DVD e mais três CDs. O primeiro DVD trará cerca de 180 minutos com 14 faixas gravadas em apresentações em diversos países. O segundo DVD traz um documentário sobre a turnê, videoclipes, galeria de fotos e gravações feitas pelo baterista Mike Portnoy.

Abaixo o conteúdo de “Chaos in Motion 2007/2008“:

DVD 1 - “Around The World In 180 Minutes” Live Concert Footage
01. Intro/Also Sprach Zarathustra
02. Constant Motion
03. Panic Attack
04. Blind Faith
05. Surrounded
06. The Dark Eternal Night
07. Keyboard Solo
08. Lines In The Sand
09. Scarred
10. Forsaken
11. The Ministry of Lost Souls
12. Take The Time
13. In The Presence of Enemies
14. Medley: I. Trial of Tears II. Finally Free III. Learning To Live IV. In The Name of God V. Octavarium

DVD 2:
* Behind The Chaos On The Road - Documentary
* Promo Videos: Constant Motion, Forsaken, Forsaken (In Studio), The Dark Eternal Night (In Studio)
* Live Screen Projection Films: The Dark Eternal Night (N.A.D.S), The Ministry of Lost Souls, In The Presence of Enemies Pt. 2
* Mike Portnoy Stage Tour
* Mike Portnoy Backstage Tour
* Photo Gallery


Fonte :http://territorio.terra.com.br



Radio Eldo Pop (formato Web) de volta (12/Jul/08)

A radio EldoPop, formato Web, esta retornando as transmissões, por enquanto em carater experimental.

O endereço para acessá-la é:

http://www.eldopop.com.br

A radio EldoPop original, transmitida na frequencia FM 98.1 Mhz no Rio de Janeiro entre os anos 1971 e 1978, tinha uma programação calçada no som underground vigênte na época. O rock progressivo e o hard rock , gêneros predominantes na década de 70, compunham o repertório principal da rádio, além de MPB e folk rock. Sua característica principal era a inexistência de locução. Com isso seus ouvintes em sua maioria não tinham idéia do que estava tocando. Com o término das transmissôes numa manhã de Setembro de 1978 vários de seu ouvintes passaram as décadas seguintes numa eterna busca àqueles sons perdidos, sendo apelidados de "viúvas da EldoPop".

Com o advento da Internet e sua facilidade de troca de informações esse velhos ouvintes tiveram enfim seus sonhos de descobertas realizados quando um grupo de fãs criou um grupo de discussão no "yahoo-grupos" chamado (obviamente) EldoPop, daonde um de seus membros teve a idéia de criar sua versão online, cuja existência foram os 6 primeiros meses de 2006. Atingindo um pico de audiência até 1000 ouvintes em um único dia (marca impressionante levando-se em conta o fato de sua divulgação ter sido praticamente usando os recursos "boca a boca virtual" somente), a mesma deixou de transmitir em Julho de 2006, pelos mesmos motivos de sempre, a falta da patrocínios. Agora sob nova direção ela retorna tentando resgatar os velhos e novos ouvintes. Esperamos que desta vez para sempre.




Fonte :Jose Carlos de Lima (zecaprog)



Turnê de Tarja Turunen terá o guitarrista brasileiro Kiko Loureiro (11/Jul/08)

Entre agosto e setembro, a finlandesa Tarja Turenen fará uma turnê por países da América Central e do Sul. A Tempestade na América 2008 Tour começa pelo México, dia 14/08, e seguirá por Colômbia, Brasil, Chile e Argentina. A banda que acompanhará a ex-vocalista do Nightwish nessa empreitada terá na guitarra o brasileiro Kiko Loureiro.

“Estou muito contente com o convite da Tarja”, disse Kiko Loureiro a Guitar Player. “Ela tem uma voz muito bonita, de técnica impressionante e estilo inconfundível. Já conhecia seu trabalho, mas tive maior contato quando o Nightwish abriu uma turnê do Angra no Japão”.

-Tarja Turunen está promovendo seu disco-solo My Winter Storm, primeiro com músicas próprias – lançado ano passado. O trabalho também contou com a participação de Kiko Loureiro. “Ela sempre gostou dos trabalhos do Angra. Fui convidado para tocar violão e fizemos uma faixa muito bonita, com voz, violão e violoncelo”, explica o guitarrista, que gravou Calling Grace.

A formação que estará na Tempestade na América 2008 Tour tem Mike Terrana (bateria), Doug Wimbish (baixo), Maria Ilmoniemi (teclado), Max Lilja (cello) e Kiko Loureiro (guitarra). “A turnê tem uma superprodução e está muito bem organizada. Mais um desafio”, concluiu o guitarrista brasileiro. No show do Rio de Janeiro, Tarja Turunen terá outro ilustre convidado, o também vocalista Blaze Bayley (ex-Iron Maiden).

Confira as datas confirmadas da Tempestade na América 2008 Tour no site oficial de Tarja Turunen.


Fonte :http://guitarplayer.uol.com.br



A psicodelia está de volta! (11/Jul/08)

Por todo o mundo, novas bandas surgem reafirmando a lisergia na música

Sobre o palco do clube parisiense Triptique, uma trupe de músicos embalados por LSD toca até desafiar a paciência dos organizadores do evento. O baterista não quer largar as baquetas, os outros integrantes já perderam a noção de quanto tempo estão tocando e mal levantam a cabeça para olhar a platéia. Eles só percebem que extrapolaram o horário quando os donos do lugar começam a gritar pedindo o encerramento do espetáculo lisérgico. "Tivemos muitos problemas depois desse concerto. Todo mundo em Paris nos odeia e não fomos pagos" diz Romain, um dos integrantes do Turzi e protagonista de tal episódio.

Na ocasião, o francês tocava ao lado do Aqua Nebula Oscillator, outro dos grupos que hoje compõem a autodenominada cena psicodélica francesa. "Há uma coesão em tudo que fazemos, então quisemos nos juntar como uma cena que não é representada, apesar de a acharmos coerente e interessante" diz o músico. "Queríamos expandir esse círculo além da França e de Paris, pois sabíamos que interessaria pessoas de fora que acham que temos mais a oferecer além de bandas ruins de rock e cópias do Daft Punk".

VIAGEM FRANCESA
Esse panorama citado pelo músico pode ser encontrado na compilação Voyage - Facing the History of French Modern Psychedelic Music. A coletânea acompanha gratuitamente o álbum de estréia do Turzi, A, lançado pela Record Makers (casa de Sebastien Tellier) e ilumina alguns dos novos grupos de rock psicodélico vindos da França. Organizada pelo próprio Romain, um dos alicerces dessa cena, ela trouxe à tona nomes como o do One Switch to Collision e do Aqua Nebula, dois dos quais dificilmente sairiam do ostracismo underground sem terem seus nomes associados a alguma gravadora maior.

Juan Trip - High America
Além dos nomes alienígenas, que incluem pérolas como Musikasphaera e Mogadishow, essas bandas compartilham uma abordagem extremamente viajante e visceral do rock contemporâneo. Guitarras cheias de reverberação, vocais esfumaçados e sintetizadores atmosféricos estão entre os elementos que compõem o clima invariavelmente denso e sufocante das músicas. "A idéia é viajar" diz o líder do Turzi.

A banda, formada também pelos músicos Sky Over (bateria), Judah Wasky (teclado), Hard-Rock Gunther (teclado e guitarras) e Arthur Rambo (baixo), já está trabalhando em seu segundo álbum, B. O disco deve sair pela Record Makers e está sendo gravado em um estúdio no interior da França, longe do caos metropolitano.

Mas o movimento psicodélico não está revigorado apenas na França. Novas bandas que levantam a bandeira ácida aparecem por todo o globo, fazendo surgir rótulos como "neo-kraut" (em referência ao progressivo alemão da década de 70) e elevando o gênero ao status de hype em blogs de música e publicações especializadas.

Exemplo são os californianos do Wooden Shjips, que apesar de não terem um som eletrônico como de seus contemporâneos franceses, movimentam atenções com rajadas de guitarras hipnóticas. O quarteto, formado por Dustin Jermier (baixo), Omar Ahsannuddin (bateria), T. Nash Whalen (órgão) e Erik Ripley Johnson (vocais e guitarra) lançou seu primeiro álbum, homônimo, no ano passado pela gravadora Holy Mountain.

ESTADOS ALTERADOS DE CONSCIÊNCIA
Assim como o Turzi e o Aqua Nebula Oscillator, temas transcendentais também são familiares às músicas do Wooden Shjips. Mas ao contrário dos franceses, que assumem suas viagens com títulos como "LSD Therapy" e "Acid Taste", os norte-americanos encaram as alterações de consciência através de uma perspectiva mais filosófica.

"Trabalhamos com todo tipo de assuntos, mas creio que há um elemento existencial em nossas músicas. Vemos a vida através de uma ótica budista, mas em seu aspecto filosófico, e não religioso", diz o grupo sobre suas canções. "Acho que toda boa arte tem o potencial para abrir mentes e prover uma nova maneira de olhar as coisas, desafiar a percepção. Drogas são um atalho, e podem ser úteis. Arte e meditação são mais sutis, mas têm um impacto muito mais profundo e duradouro se você quiser mesmo se dedicar".

Além da sonoridade delirante e da associação a substâncias alucinógenas, Romain ressalta o que, para ele, continua sendo a principal ligação entre esses novos artistas e seus precursores sessentistas. "O espírito e toda necessidade de escapar através da música é o mesmo, exceto pelo fato de que agora os sons analógicos agora são capturados em máquinas digitais".

Wooden Shjips - Shrinking Moon for You

LISERGIA DISSEMINADA
Mas o novo psicodélico não se restringe apenas à França e à Califórnia. A energia reciclada de hippies e freaks dos anos 60 aparece, em gravações demo e cheias de microfonia, no som de gente como Los Llamarada, do México, Fabulous Mind, da Austrália, 120 Days, da Noruega, MGMT, dos EUA e Tivol, da Finlândia. Entre os preferidos dos entrevistados para esse especial aparecem ainda Dungen, Danava, Delia Gonzales & Gavim Russom, Desire Republic, Desert Travelling Band, Daevid Spheros e Dr Tropico.

"Hoje todos olham para os anos 2000, mas isso já é passado. Então as pessoas perceberam que o psicodélico está em todos os lugares", afirma Romain. Se esses últimos anos assistiram ou não um ressurgimento da lisergia na música e no comportamento, é difícil dizer. Mas alheio a qualquer tipo de especulação, reside o fato de que, independente da década, parece que sempre haverá muitos músicos por aí dispostos a levar seus ouvintes a desafiarem os supostos limites da mente humana e a passearem por outros estados de consciência artística.


Fonte :http://rraurl.uol.com.br



Sigur Rós e o neo-folk desnudo (11/Jul/08)

Banda islandesa foge das roupas, mas também das distorções e pedais de efeitos

Naturalismo talvez seja a palavra que sintetiza melhor o novo trabalho do Sigur Rós. Após a turnê do ótimo Takk..., a banda islandesa (heróis nacionais ao lado de Björk) retornou ao seu país para cumprir uma série de shows durante o verão, que foram registrados pelas câmeras do diretor Dean Deblois e transformadas no documentário Heima (algo como Casa, Lar). O documentário coloca os músicos em seu cenário natural, em seu habitat e a partir daí, pode-se dizer, que nasceu a idéia para a composição do quinto álbum deles.

Med Sud I Eyrum Vid Spilum Endalaust (algo como "Com um zumbido em nossos ouvidos nós tocamos sem parar") foi gravado parte em Londres, parte em Nova York e parte em Havana (!!!); é o primeiro álbum concebido fora da Islândia, mas é um trabalho que mantém os elementos que marcam a identidade do Sigur Rós. Só que, desta vez, a busca pela naturalidade de elementos não permitiu o uso de distorções, de camadas e mais camadas de timbres alterados por pedais de efeitos, nem tão somente o singular uso do arco nas cordas da guitarra de Jónsi Birgisson.

PELADO, PELADO, NU COM A MÃO NO BAIXO
No single "Gobbledigook"música que abre o disco, a percussão pulsante irradia energia e te faz sentir tão bem, a ponto de querer dançar nú na companhia de amigos, como nos mostra o clipe já citado aqui no site. A faixa seguinte, "Inn Í Mér Syngur Vitleysingur", mantém o clima de dia ensolarado, de sorriso fácil e culto a amizade. Mas a partir daí aquela energia toda parece entrar em fase minguante sem volta.

Temos bons momentos, faixas bem executadas, tudo muito bonito como em "Festival", que, aliás, faz lembrar o Sigur Rós de discos anteriores. Não fosse o cântico celta que antecede a parte instrumental da música, diria que este seria o ápice da obra. A monotonia começa tornar enfadonho o álbum e nem mesmo o exagero de produção usado em "Ára Bátur", faixa gravada no lendário Abbey Road Studio e que contou com cerca de 90 músicos, conseguirá o mesmo êxito alcançado em outros temas da banda.

O disco termina com a primeira canção em inglês dos islandeses, "All Alright". O tema soa como um folk islandês, como vários outros nesse trabalho, sendo conduzido apenas por um piano, acompanhado de metais tristonhos e um baixo monótono. É nessa característica de música folk que nasce a inspiração desse trabalho e é nela que a banda deixa a desejar. O Sigur Rós, das sonoras camadas de distorção, consegue ser melhor que isso! E é isto o que vamos esperar deles.


Fonte :http://rraurl.uol.com.br



Criar videogame do Led Zeppelin seria desconfortável, diz Jimmy Page (10/Jul/08)

O videogame mais bem-sucedido comercialmente nos Estados Unidos, o "Guitar hero", bem que tentou, mas não conseguiu convencer os integrantes remanescentes do Led Zeppelin de produzir um título próprio com os clássicos da banda.

Recentemente, o Aerosmith lançou uma edição especial do "Guitar hero" que mostra as versões animadas dos integrantes do grupo. Todas os títulos da franquia venderam nos Estados Unidos, no ano passado, um total de US$ 820 milhões.

O grande problema para o guitarrista Jimmy Page é ceder as gravações originais do quarteto inglês para criar o game, segundo o "The Wall Street Journal".
A inclusão de músicas em títulos como "Guitar hero" e "Rock band" têm sido bastante lucrativo para artistas. Além de receber royalties pela participação, a exposição nos games têm turbinado as vendas de discos. As vendas de "Same old song and dance", do Aerosmith, subiram 130% depois do lançamento de "Guitar hero".

"O dinheiro não é o problema", afirma Peter Mensch, que agencia Jimmy Page.


Fonte :http://www.g1.globo.com



King Crimson - Coleção de gravações ao vivo (09/Jul/08)

Originalmente lançado em 1992 como uma caixa de quatro CDs e há muito tempo fora de catálogo, essa coleção de gravações ao vivo também está disponível como pares de discos duplos. Aqueles que lamentam a ausência do livreto de 68 páginas que acompanha a caixa com muitas fotos e outras imagens ficarão satisfeitos com a informação de que há uma versão em PDF que pode ser baixada no site da DGM (mas a maioria dos textos originais está inclusa).

Mesmo que a formação de 73-74 do King Crimson tenha gravado álbuns de estúdio extraordinários, as performances ao vivo se destacavam e estavam à frente de seu tempo, particularmente pelas improvisações estelares, como na faixa A Voyage to the Center of the Cosmos (My Mate Atman).

A bateria intrincada e poderosa de Bill Bruford e o baixo estrondoso de John Wetton proporcionam o cenário ideal para as incursões eruditas e eletrizantes de Robert Fripp e os neoclassicismos amplificados do violinista David Cross. Passeando pelas mais de 40 músicas desses discos, o King Crimson cria uma gigantesca intensidade cósmica em viagens eletrizantes.


Fonte :http://guitarplayer.uol.com.br



Whitesnake finalmente voltou com força total (09/Jul/08)

Good To Be Bad - Hellion Records

Demorou muito, mas o Whitesnake finalmente voltou com força total. Nem mesmo Restless Heart, de 1997, conseguiu convencer como Good To Be Bad. A razão é uma só e muito clara: o vigor das músicas. Não me refiro somente ao peso e às melodias, mas no tipo de resposta que temos quando ouvimos um disco. E o novo do Whitesnake tem todos os quesitos que o qualificam como um ótimo álbum.

David Coverdale conseguiu reunir músicos excelentes. Por conta disso, as gravações renderam bons frutos. Eis o time: Doug Aldrich (guitarra), Reb Beach (guitarra), Uriah Duffy (baixo), Chris Frazier (bateria) e Timothy Drury (teclados). Reparou na dupla de guitarristas? Pois bem, fica fácil descobrir por que o Whitesnake vive dias ótimos. Por trás de uma empreitada vitoriosa estão cabeças criativas. No caso de Good To Be Bad, os responsáveis foram David Coverdale e Doug Aldrich. Ambos arquitetaram cada canção e os arranjos. Essa dupla forma o principal pilar da grande volta do Whitesnake. Os demais integrantes deram uma burilada final.

Baladas como All I Want All I Need e A Fool In Love mantêm a marca registrada de Coverdale, além de assegurar outra característica do grupo: guitarras imponentes. Apesar de não se tratar de canções pesadas, a seis-cordas tem um papel importante e pontua cada parte com personalidade. Sempre foi assim na história do Whitesnake – haja vista clássicos como Is This Love.

Se o assunto for riffs poderosos e melodias marcantes, escute Best Years, Call On Me, All For Love e Lay Down Your Love. Não estranharia se alguma dessas se transformasse em hit. Essas músicas têm tudo para isso acontecer: bases densas, guitarras ácidas e solos inspirados. Doug Aldrich e sua Gibson Les Paul Goldtop comandaram os timbres de Good To Be Bad. Mesmo utilizando outras guitarras e tendo Reb Beach como companheiro, a dobradinha Aldrich-Les Paul Goldtop imperou.

É essa a cara do Whitesnake atual.


Fonte :http://guitarplayer.uol.com.br



Deep Purple ganha um documento visual caprichado (09/Jul/08)

Around The World Live - Eagle Rock Entertainment

A era Steve Morse no Deep Purple ganha um documento visual caprichado. Em quatro DVDs, a caixa Around The World Live reúne alguns dos melhores momentos do grupo britânico sobre o palco. Os shows datam de 1995 ao início dos anos 2000.

O primeiro DVD chama-se Bombay Calling e traz material gravado na Índia durante a turnê do álbum Purpendicular, de 1995. Destaques para as performances em Black Night, Pictures of Home, Anya e Guitar Solo, um momento inspirado de Morse. Como bônus, o show Live In Seoul (Coréia do Sul/1995).

O segundo, Total Abandon, registra a passagem do Purple pela Austrália em 1999, quando o grupo divulgava o disco Abandon. Apresenta as primeiras músicas compostas com Steve Morse, que faz bonito em Ted The Mechanic, Highway Star e o hino Sometimes I Feel Like Screaming. De bônus, o documentário A Band Down Under (1999).

O terceiro DVD, Live at the NEC, traz uma apresentação do quinteto em Birminghan (Inglaterra), em 2002. O desempenho de Morse é surpreendente em Lazy, Space Truckin’, Speed King e em seu momento-solo. De bônus, uma entrevista com Ian Gillan e Roger Glover.
Completa a caixa um documentário mais do que justo sobre o período de Steve Morse no Deep Purple. Around The World Live é um prato cheio para os fãs livres de preconceitos quanto às formações do Deep Purple nesses 40 anos de estrada.

Tudo bem que Ritchie Blackmore é a alma do grupo em termos de guitarra, e que dificilmente será substituído à altura. Entretanto, Steve Morse tem muito valor dentro dessa história e cumpre bem sua função. Além do mais, o tranqüilo guitarrista norte-americano trouxe nova sonoridade ao Deep Purple.


Fonte :http://guitarplayer.uol.com.br


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